Como emitir sua primeira NFe no ID SISTEMAS
Do certificado digital à autorização na SEFAZ: o caminho completo da primeira nota, sem pular etapa.
Antes de mudar a apuração, a reforma muda o documento. A nota passa a carregar grupos próprios para IBS e CBS, e é ali que a maior parte dos erros vai aparecer primeiro.
Cada item da nota ganha a indicação dos dois tributos, com base de cálculo, alíquota e valor. E ganha também um campo que não existia antes com esse peso: a classificação da operação, que diz ao Fisco qual regra se aplica àquele item.
A diferença prática é que a regra deixou de ser deduzida do conjunto CFOP + CST + NCM e passou a ser declarada.
| Campo | Origem no sistema |
|---|---|
| Classificação do item | Cadastro do produto |
| Alíquotas de IBS e CBS | Configuração fiscal, por operação |
| Indicação de crédito | Cadastro do destinatário |
| Redução ou isenção | Regime específico do produto |
Repare que quase tudo vem de cadastro, não da digitação do pedido. Uma nota errada quase nunca é erro de quem emitiu — é cadastro que ninguém revisou.
A rejeição chega com código e descrição. Vale ler a descrição inteira: ela costuma apontar o campo exato, e a correção quase sempre é no cadastro, não na nota.
Emita em homologação antes de qualquer virada de fase. A nota não tem valor fiscal, mas passa pela mesma validação — é a forma mais barata de descobrir o que está faltando.
Faça isso com pelo menos um item de cada tipo que você vende: produto comum, serviço, item com regime específico e devolução. Cada um exercita uma regra diferente.
Do certificado digital à autorização na SEFAZ: o caminho completo da primeira nota, sem pular etapa.
A rejeição quase nunca é da nota. É do cadastro que ela usou. Veja o que a SEFAZ recusa, por regime, e onde está o campo que falta.
A transição não acontece de uma vez. Veja o que cai, o que entra e em que momento cada mudança bate na sua operação.