Segmento automotivo

O sistema entende que a sua ordem de serviço tem um carro dentro

Ordem de serviço com veículo, peça e mão de obra no mesmo documento, e a nota saindo daí sem redigitar nada.

Numa oficina, a ordem de serviço não é um documento administrativo — é o veículo. Ela nasce quando o carro entra, junta peça e mão de obra, e vira nota quando o cliente busca. Sistema que trata isso como "pedido" obriga o balconista a anotar a placa num campo de observação.

O que o sistema faz por oficinas e centros automotivos

  • Veículo na ordem de serviço

    Modelo, cor e placa são campos da OS, não observação livre. Aparecem no atendimento, na tela da ordem e na impressão que o cliente leva.

  • Peça e serviço no mesmo documento

    A peça sai do estoque e a mão de obra entra como serviço, na mesma ordem. O que foi usado baixa sozinho; o que foi orçado e não usado, não.

  • A nota sai da ordem

    NF-e para a peça, NFS-e para a mão de obra, ou as duas — a partir do que já está na ordem, sem redigitar item por item.

  • Balcão e caixa

    Venda de peça avulsa passa pelo PDV com NFC-e, sem abrir ordem. O caixa fecha no fim do dia com as duas origens juntas.

  • O que entra e o que sai

    Contas a pagar e a receber ligadas à ordem, para saber a margem do serviço e não só o faturamento do mês.

Perguntas de quem está avaliando

Não. Eles aparecem quando a empresa está cadastrada no segmento automotivo. Em outros ramos a ordem de serviço continua sem esses campos, para não poluir a tela de quem não usa.

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