Quem vende para outros estados
A regra muda por UF, por destinatário e por produto. Manter isso em cadastro manual é onde o erro nasce.
O Motor Fiscal apura ICMS, PIS, COFINS, substituição tributária e monofásico a partir do cenário da operação — quem emite, para quem, e o que está sendo vendido — e registra por que decidiu assim.
R$ 250,00 por mês, por empresa — cobrado à parte do plano
Quase toda autuação de tributação começa no mesmo lugar: um cadastro de produto copiado de outro, que estava certo para outra operação.
A regra muda por UF, por destinatário e por produto. Manter isso em cadastro manual é onde o erro nasce.
São os cenários que mais geram autuação, e os que menos cabem num campo fixo do cadastro do produto.
Cada decisão fica registrada com o cenário que a gerou — útil na conferência e indispensável na defesa.
Quatro tempos, na mesma ordem, em toda nota — é por isso que o resultado se repete e dá para conferir depois.
Quem emite, para quem, qual operação, é devolução, tem ST, é monofásico. O cenário define a regra, não o contrário.
A regra vigente na data da emissão é a que vale. Cada nota guarda a classificação, o cálculo e a validação que produziram o resultado.
Se o motor não estiver disponível por qualquer motivo, a emissão segue pela tributação padrão. Falha de licença não trava a nota.
Os registros ficam persistidos e consultáveis, com a decisão e o XML resultante lado a lado.
Não de uma vez. O motor foi desenhado para conviver com a tributação vinda do cadastro durante um período de transição, com mapeamento explícito — trocar tudo de uma vez em emissão fiscal é onde se quebra faturamento.
Sim, os dois documentos passam pelo motor.
É um módulo licenciado, cobrado à parte e ativado por empresa. Fale com a gente para avaliar o cenário da sua operação antes de contratar.
Antes de contratar, vale olhar o que a sua empresa vende, para onde e em que regime. É o que decide se o motor muda alguma coisa no seu caso.